Thursday, June 21, 2007

Livro: «Uma visita à corte do rei D.Dinis»

 

Autoras: Ana Maria Magalhães/ Isabel Alçada

Edições: Caminho

 

 

 

Resumo

 

 

Os pais da Ana e do João, convidaram-os a irem passar o Ano Novo à Madeira. Porém, os dois irmãos queriam ir passar essa festividade à casa da Tia Júlia, no Marão. Eles já tinham convinado com o Orlando irem visitar a corte do rei D.Dinis.

 

O final do período aproximava-se. Quando os dois irmãos puderam, foram ter logo com o Orlando que os esperava.

 

O cientista, o Orlando, pediu aos membros da AIVET se os dois irmãos podiam partir na máquina do tempo. Esses foram aceites com sucesso. A seguir partiram.

 

Acordaram num bosque magnífico. Aí estiveram à conversa com um caçador ainda jovem.

 

Daí, seguiram em caminhos de terra batida.

 

 A certa altura, ouviram um ruído. Eram pedreiros que andavam a construir o Convento de Santa Clara. Foi nesse local, onde o velho sábio cuidou de um rapaz que tinha caído da obra abaixo.

 

Mais tarde, juntaram-se a um grupo de almocreves, numa viagem até Leiria. Chegados a essa, deixaram os almocreves e juntaram-se a um conjunto de jograis, muito animados, que iam em direcção ao castelo. 

 

No castelo do rei houve uma festa. Nesta o Orlando e os dois irmãos ficaram a saber que o filho preferido do rei era D.Afonso Sanches. Esse fez com que ele e o seu irmão, Afonso IX, andassem a agredirem-se um ao outro.

 

Depois da festa ter terminado, os três aventureiros andaram à procura de uma albergaria. Ao fim de algum tempo encontraram uma.

 

Quem os acolheu foi um monge, que lhes ofereceu de beber.

 

De manhã, o monge não se encontrava na albergaria. Então saíram dali e tomaram rumo em direcção à saída da vila.

 

Enquanto caminhavam reparam que uns falcoeiros estavam a treinar os falcões. Estiveram a admirar aquele espectáculo que estava ali a acontecer.

 

Seguidamente conversaram com eles e ficaram a saber que esses trabalhavam para o rei.

 

Mais tarde o João ouviu um barulho e decidiu ver o que se passava, enquanto o Orlando e a Ana ficaram à retaguarda.

 

Seguiu dois tipos que foram para uma cabana tosca, onde havia mais gente. Estavam a dizer que iam matar o rei com um veneno que tinham pedido a uma bruxa, chamada Berenice.

 

O João saiu daí e foi contar a irmã e ao cientista.

 

Depois de João lhes ter contado o que sabia tinham de se dirigir para o castelo. O Orlando foi «de cinto», a sua invenção, e o João e a Ana a pé.

 

A certa altura eles afastaram-se um do outro. 

 

Uma bruxa, a Berenice, foi quem o salvou e acolheu o João em sua casa. O cientista e a irmã encontraram-no e salvaram a Berenice de ser morta. Pois a conspiração contra o rei tinha sido apanhada e pensavam que ela também estava envolvida.

 

Em seguida de a terem deixado longe daquele lugar, regressaram ao século XX. 

 

 

Posted by *** Belinh@*** at 15:39:23 | Permalink | No Comments »

A poluição

 

A poluição é uma coisa que nos está a prejudicar muito. Se reparar-mos estamos a fazer várias fontes de poluição. Os esgotos das fábricas e de outras estão a deitar resíduos tóxicos para as águas, o quem está a fazer com que peixes e outros seres vivos morram às dezenas.

Quando, às vezes, deitamos papéis, plásticos, garrafas de vidro e outro tipo de coisas para a Natureza não pensamos que dão para reciclar. Mas se forem reciclados, dão para fazer novos produtos. Por exemplo, o papel se o deitarmos no ecoponto, vai passar por diversos processos e assim fazem-se folhas de papel novas.

Se não for assim vamos contribuir para o abate de árvores, que são as nossas melhores amigas. São elas que contribuem para a diminuição do dióxido de carbono e o aumento do oxigénio.

Por isso, a poluição tem de acabar, pois de outra forma, o aquecimento global vai aumentar e o degelo nos pólos vai continuar.

Pensemos duas vezes antes de deitar, por exemplo, um papel de rebuçado pela janela do carro fora.

Posted by *** Belinh@*** at 15:36:31 | Permalink | No Comments »

Tuesday, June 19, 2007

Livro: «Uma visita à corte do rei D.Dinis»

Autoras: Ana Maria Magalhães/ Isabel Alçada

Edições: Caminho

 Resumo

 Os pais da Ana e do João, convidaram-os a irem passar o Ano Novo à Madeira. Porém, os dois irmãos queriam ir passar essa festividade à casa da Tia Júlia, no Marão. Eles já tinham convinado com o Orlando irem visitar a corte do rei D.Dinis. O final do período aproximava-se. Quando os dois irmãos puderam, foram ter logo com o Orlando que os esperava. O cientista, o Orlando, pediu aos membros da AIVET se os dois irmãos podiam partir na máquina do tempo. Esses foram aceites com sucesso. A seguir partiram. Acordaram num bosque magnífico. Aí estiveram à conversa com um caçador ainda jovem. Daí, seguiram em caminhos de terra batida. A certa altura, ouviram um ruído. Eram pedreiros que andavam a construir o Convento de Santa Clara. Foi nesse local, onde o velho sábio cuidou de um rapaz que tinha caído da obra abaixo. Mais tarde, juntaram-se a um grupo de almocreves, numa viagem até Leiria. Chegados a essa, deixaram os almocreves e juntaram-se a um conjunto de jograis, muito animados, que iam em direcção ao castelo. No castelo do rei houve uma festa. Nesta o Orlando e os dois irmãos ficaram a saber que o filho preferido do rei era D.Afonso Sanches. Esse fez com que ele e o seu irmão, Afonso IX, andassem a agredirem-se um ao outro. Depois da festa ter terminado, os três aventureiros andaram à procura de uma albergaria. Ao fim de algum tempo encontraram uma. Quem os acolheu foi um monge, que lhes ofereceu de beber. De manhã, o monge não se encontrava na albergaria. Então saíram dali e tomaram rumo em direcção à saída da vila. Enquanto caminhavam reparam que uns falcoeiros estavam a treinar os falcões. Estiveram a admirar aquele espectáculo que estava ali a acontecer. Seguidamente conversaram com eles e ficaram a saber que esses trabalhavam para o rei. Mais tarde o João ouviu um barulho e decidiu ver o que se passava, enquanto o Orlando e a Ana ficaram à retaguarda. Seguiu dois tipos que foram para uma cabana tosca, onde havia mais gente. Estavam a dizer que iam matar o rei com um veneno que tinham pedido a uma bruxa, chamada Berenice. O João saiu daí e foi contar a irmã e ao cientista. Depois de João lhes ter contado o que sabia tinham de se dirigir para o castelo. O Orlando foi «de cinto», a sua invenção, e o João e a Ana a pé. A certa altura eles afastaram-se um do outro. Uma bruxa, a Berenice, foi quem o salvou e acolheu o João em sua casa. O cientista e a irmã encontraram-no e salvaram a Berenice de ser morta. Pois a conspiração contra o rei tinha sido apanhada e pensavam que ela também estava envolvida. Em seguida de a terem deixado longe daquele lugar, regressaram ao século XX.

Posted by *** Belinh@*** at 17:02:02 | Permalink | No Comments »

· Um dos teus objectos do teu dia-a-dia ganha vida e o dom da linguagem. Escreve um diálogo que tens com ele. Estava eu a escrever uma história numa folha para entregar ao professor quando, de repente, a minha me caneta salta das mãos. De seguida, a caneta ganhou pequenas perninhas, braços, olhos, orelhas, nariz, boca e, até mesmo, cabelo. Eu fiquei surpreendida com aquilo que via. Contudo, fiquei ainda mais quando esse objecto falou para mim. - Olá, Isabel! - disse ela . -Olá, caneta! - Tem calma, Isabel. Deves estar incrédula com aquilo que estás a ver. - Achas que é para menos? - perguntei eu. -Não. Compreendo perfeitamente o teu espanto. Sei que sou um objecto e que não é habitual ganhar vida e o dom da linguagem. – declarou a caneta. Mas continuou: - Gosto da profissão que tenho, pois as pessoas usam-me para escrever. Mas, principalmente, pessoas como tu, que escrevem bastantes coisas para melhorar a escrita, textos belos e aventuras divertidas, com palavras novas que aprendes. Fazes com que eu seja útil e isso faz-me feliz. Adoro a tua caligrafia. É gira! -Como sabes que aplico essas palavras novas nas minhas histórias? - Estás a esquecer-te de uma coisa. Sabes que me utilizas para escrever quase todas as tuas produções escritas, logo, eu sei que palavras escreves. - Como percebes que são novas? - Vejo tu ires ao dicionário. - Porém, nem tudo o que eu vou ver ao dicionário é por não conhecer. - Então? - perguntou a caneta muito admirada. - Posso ir só para estar mais informada acerca dessa ou ficar a conhecer os seus sinónimos. Passamos assim, algumas horas à conversa. Por fim ela exclamou: - Os meus dons estão a terminar. Gostei de falar contigo. És uma amiga fabulosa com quem se pode discursar à vontade. -Espero voltar a falar contigo. - E eu contigo, Isabel. O objecto ficou sem dons e voltou a ser uma simples caneta.
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