2007/03/13

O Cavaleiro da Dinamarca

O Cavaleiro da Dinamarca

 

 

A Dinamarca fica no Norte da Europa.

Há muitos anos, havia em certo lugar da Dinamarca, no extremo Norte do país, perto do mar, uma grande floresta. Nessa floresta morava com a sua família um Cavaleiro. Vivia numa casa construída numa clareira. E mesmo em frente da porta, havia um grande pinheiro, que era a árvore mais alta da floresta.

No Inverno havia uma grande festa que era o Natal. Nessa época, juntava-se a família e vinham os amigos e parentes, criados e servos da floresta.

Esta era igual todos os anos, até que certo Natal, aconteceu uma coisa que ninguém esperava. O Cavaleiro depois de terminada a ceia voltou-se para os seus convidados e disse que não estaria ali para o próximo ano. Eles ficaram espantados. Mas ele explicou que ia ir em peregrinação à Terra Santa.

Na Primavera, o Cavaleiro embarcou em direcção à Palestina. Da Palestina seguiu para Jerusálem, juntamente com outros peregrinos.

No dia de Natal, ao final da tarde, dirigiu-se para a gruta de Jerusálem, onde rezou muito.

Em fins de Fevereiro, dirigiu-se para o porto de Jafa, onde esperou  algum tempo.

Passados uns dias chegaram  ao porto da cidade de Ravena, terras de Itália.

Um Mercador, que era também um dos peregrinos, propôs uma proposta que era o Cavaleiro ir a Veneza. E o Cavaleiro aceitou.

Em Veneza o dinamarquês ficou espantado. Lá ficou a conhecer a história de Vanina.

Passado um mês o Cavaleiro teve de partir. O Mercador ofereceu-lhe um cavalo e cartas de apresentação para os homens mais poderosos o conhecerem.

A meio da viagem para Génova, fez um desvio para a cidade de Florença.

Passou por Ferrara e Bolonha, e em Março chegou a Florença, onde ficou também muito encantado.

Procurou a casa do banqueiro Averardo, onde foi bem recebido.

Nessa casa ficou a conhecer novas histórias através do banqueiro e de alguns dos amigos dele. As mais faladas foi a de Giotto e Cimabué, Dante e Beatriz.

Um mês depois, embarcou para o porto de Génova. Porém enquanto ia a caminho  adoeceu.

Bateu a porta de um convento onde foi acolhido por frades. Esses coraram-no.

Daí seguiu para Génova. Desse local passou por França, até que chegou a Antuérpia.

Aí foi acolhido por um Flamengo, que o recebeu em sua casa. Entraram em casa desse e passado algum tempo apareceu outro homem. Esse falou das viagem que já tinha feito a  terras desconhecidas. Contou que numa viagem morreu um português, Pêro Dias, por não poder dialogar com um homem negro.

Mais tarde despediu-se do negociante e partiu em direcção à Dinamarca. A certa altura reparou numa pequena povoação, onde um amigo dele o hospedou e deu notícias sobre aqueles que o Cavaleiro deixará. Esse amigo emprestou-lhe um cavalo para ele continuar a seu caminho.

Algum tempo depois foi convidado por lenhadores a entrar em casa deles. Aqueceu-se perto do lume, enquanto eles deravam notícias sobre a famíla dele. Em seguida pôs-se a caminho.

Pelo caminho enfrentou alguns perigos, animais esfomeados que o tentaram atacar. Mas não foram estes que o impediram de chegar a casa, na noite de Natal.

Posted by borboleta at 17:27:48 | Permanent Link | Comments (1) |