2007/04/19

Resumo

Livro: “ UMA VIAGEM AO TEMPO DOS CASTELOS”

Autoras: Ana Maria Magalhães/ Isabel Alçada

Editora: Caminho

 

 

 

Resumo

 

 

Nesse ano, as férias do João e da Ana foram na quinta da tia Júlia, na serra do Marão. Por, lá os ares das pessoas, eram misteriosos. Souberam através da cozinheira, a senhora Albertina, que na serra, perto de um castelo, vivia uma criatura medonha.

 

Um dia, quando poderam sair de casa foram até esse castelo. Perto desse encontraram um homenzinho sorridente. Era simpático, baixinho e redondo, com pouco cabelo, uma cara abolachada e uns olhos vivos e azuis.Chamava-se Orlando Silveira e era o castelão daquela ruína. Esse mostrou-lhes o castelo. Aí comeram e estiveram à conversa. Souberam que ele era cientista, pertencendo a AIVET, que andava à procura do segredo das viagens no tempo. Mais tarde, o velho mostrou-lhes a máquina do tempo que ele acabara de montar. A máquina eram as paredes que estavam cobertas com um painel metálico, com botões, ecrãs, mostradores e luzes.

 

O cientista propôs que viajassem no tempo para o século XII, em que aquele castelo pertencia ao conde Argemiro, um cavaleiro rico, imponente, de grande barba negra. Os dois irmãos aceitaram a proposta.

 

Orlando falou com os colegas de trabalho, através de ecrãs, e eles aceitaram os dois irmãos como membros provisórios da AIVET. De seguida, lá viajaram duzentos anos no tempo para trás. Foram parar à adega do conde Argemiro. Nesse momento o conde e outros fidalgos iam para uma caçada. O Orlando e os seus companheiros decidiram ir assistir a essa. Depois dos fidalgos terem partido, eles foram a cavalariça e montaram um cavalo cada um.

 

Passado um pouco, os caçadores apanharam um javali. Mas, o João fez asneira e tiveram que fugir, pois de outra forma iam ser apanhados. Mais à frente, alcaçaram uma aldeia. Aí aproveitaram para  se esconder. Tiveram que rasgar as roupas para poderem passar despercebidos.

 

 Nessa aldeia foram recebidos na casa de uns camponeses. Vivia aí um rapazinho que era deficiente, devido a ter o freio da língua muito comprido, o que impedia de ele falar. O cientista disse que tinha cura e por isso lhe ia fazer uma «operação»,  na altura certa.

 

Ficaram lá até um grupo de servos do conde Argemiro passarem por ali, para irem reparar uma capela. Aproveitaram e foram com eles, contudo antes de partirem, o cientista fez  a operação ao rapaz , com um canivete, cortando o freio da língua, e assim passado algum tempo,ele já podia falar à vontade.

 

Chegados lá, enquanto os servos dormiam eles fugiram para uma floresta que ficava perto. Na floresta dormiram numa gruta com alguns caçadores, que tinham matado uns lobos, pois esses tinham feito estragos.

 

No dia seguinte, partiram para Britiande, terras de D.Egas Moniz.. Nessa terra esperavam notícias da Batalha de São Mamede, que era entre o rei D.Afonso Henriques e a sua mãe, Dona Teresa. D.Lourenço (filho de D.Egas Moniz) e dois mensageiros foram os que deram a notícia que D.Afonso Henriques tinha saido vitorioso. Entretanto, chegou D.Egas Moniz  com a sua comitiva que foi recebido com grande entusiasmo pela população da terra dele.

 

Orlando e os dois irmãos tiveram de ir embora. D.Egas Moniz, depois do Orlando ter uma conversa com ele, esse deu-lhes o que era necessário para a viagem: roupa, mantimentos e cavalos.

 

Nesta viagem foram acompanhados por D.Lourenço,  que ia fazer-lhes companhia até parte da viagem. Seguiram em direcção a Balsemão, onde encontraram uma igreja. Vivia aí um grupo de monges, que estavam à espera que D.Afonso Henriques passasse por ali. Quando D.Afonso Henriques passou por aquele local, saudou os monges, que lhe ofereceram um pergaminho, D.Loureço e Orlando e os dois irmãos. Mais tarde, Orlando e os seus companheiros seguiram caminho em direcção ao castelo do conde Argemiro. Chegados a esse fingiram-se de camponeses e entraram no castelo. Por pouco não foram apahados pelos guardas e pelo conde Argemiro. Contudo, conseguiram fugir e regressar ao século XX sem problema.       

 

 

Neste conto aprendi as seguintes palavra:

 

 

 

  • veredicto, s.m. resposta do júri aos quesitos propostos pelo tribunal sobre uma causa cível ou criminal.

     

  • quesito, s.m. questão sobre que se pede aopinião ou resposta de alguém.

     

  • sabujo, s.m. cão de montaria; fig. indivíduo servil, bajulador.

     

  • regozijo, s.m grande alegria, contentamento.
  • Soslaio, s.m. obliquidade; de soslaio: loc. adv. o

     

  • fiapos

     

  • quezinheta

     

  • quinhão

     

  • atónitos

     

  • exímio

     

  • frenesi

     

  • urze

     

  • peremptório

     

  • aríete

     

  • crinas

     

  • fétidos

     

  • íngreme,  adj. 2 gén. alcatilado ; difícil de subir; árduo

     

  • hélice, s.f. propulsor de navios e aeroplanos; curva descrita por um ponto quando este efectua sucessivas revoluções em torno de um eixo, acompanhadas de deslocamento contínuo paralelamente ao referido eixo, e cuja forma é a da crista de uma rosca de parafuso, espiral; qualquer objecto em forma de caracol.

     

 

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O rei e a filha

O rei e a filha

 

 

 

Há muitos anos, vivia no Sul da Itália, um rei chamado D.Carlos, com a sua família, os seus criados, os seus servos e os seus conselheiros, num palácio muito luxuoso, magnificiente e requintado.

 

Esse rei e sua esposa, D. Maria, eram pessoas bastante queridas por todos. Porém uma das sua filhas já não era assim. A mais velha, a princesa Helena, era uma pessoa com ar de entono e muito ambiciosa, achava que ainda tinha pouca riqueza, queria sempre mais. A princesa Luísa, que era a mais nova, era simpática, bondosa, honesta e bela. Gostava de ajudar o povo e de brincar com as crianças.

 

Nesse lugar, logo pela manhã, todos se levantavam muito cedo. Os ferradores começavam a trabalhar nas ferramentas, afiando-as e afeiçoando-as em cima da bigorna. Os comerciantes montavam as suas tabancas. Os logistas abriam as portas.

 

Na casa do rei, os criados tratavam da limpeza e arrumação das coisas.

 

A família real ia todas as manhãs visitar o povo. Daí,  iam até à marinha ver os barcos partir para pescar e os navios ir a outras terras buscar riquezas e alimentos.

 

Ora, um desses dias, em que o rei foi até à marinha, vinha um navio que era desconhecido pelo mar fora. Quando chegou perto do lugar onde estava D.Carlos, saiu de daí um capitão, moço novo, com os seus soldados. Aproximou-se do rei e disse:

 

- Alteza, venho da parte do rei D.João, meu pai e vosso amigo, que mandou esta oferta.

 

Os soldados traziam um cofre. Abriram-no e qual foi o espanto do rei, quando viu lá dentro pedras preciosas, ouro, jóias.

 

- Como te chamas rapaz?-perguntou o rei.

 

- Chamo-me infante D.Afonso.

 

De seguida, D.Afonso,  cumprimentou a família real. Quando olhou nos olhos a princesa Luísa ficou deslumbrado, nunca vira tanta beleza.

 

D.Carlos convidou o moço a ir ao palácio, no crepúsculo do dia, onde ia dar uma festa.

 

O rei e a sua família deszpediram-se do infante.

 

Regressados ao palácio, D.Carlos ordenou aos criados e servos que preparassem a casa, que no fim do dia ia haver uma festa. Os conselheiros ficaram encarreguesde avisar o povo.

 

A hora da festa chegou. O povo cumprimentava sua alteza e esposa, agradecendo o convite.

 

O infante, D.Afonso, entrou no palácio e ficou fascinado com a beleza de D.Luísa, que vestira um vestido feito de tecidode púrpura, que brilhava com a luz replandescente dos cadeeiros.

 

D.Carlos chegou perto do rapaz e disse:

 

- Fico muito honrado que tenha vindo.

 

- Ora essa, Alteza!- exclamou o moço.

 

Depois foi ter com D.Luísa, com quem esteve à conversa algum tempo. Ao fim do jantar, a princesa Luísa, foi até ao jardim. O infante vendo-a, foi atrás dela.

 

Chegaram-se os dois perto um do outro, olharam as estrelas. Pareciam que as suas pálpebras abriam e fechavam. Uma das estrelas lampejava tanto que D.Afonso recitou:

 

- Vês aquela estrela, para mim és como ela. No céu dá cor à noite e tu dás cor  à minha vida.

 

Convinaram, que no dia seguinte, iam ter os dois àquelesítio.

 

Regressaram de novo à festa.

 

Como convinado, no dia a seguir, lá apareceram no jardim.

 

Daí montaram a cavalo, já que o princípe tinha vindo nesse até ali.

 

Chegaram perto da praia. No ar sentia-se o cheiro a maresia. A água do mar batia nos rochedos e fazia lembrar o salmodiar dos anjos. O marulhar das ondas faziam com que a alma fica-se mais leve.

 

Como a família real ia à marinha todas as manhãs, o rei viu a sua filha e o infante, olhando o mar.

 

Aproximou-se deles e exclamou:

 

- Vejo que gostas da minha filha, infante.

 

- Sim alteza, isso é verdade.

 

- E eu dele, pai.

 

- Então estão a pensar em casar?- perguntou a rainha.

 

Os dois olharam-se e deu para perceber que estavam a pensar nisso.

 

Um ano depois, deu-se o casamento.

 

A princesa Helena encontrou alguém de que gosta-se dela. Acabou com o seu mau feitio e assim todos se começaram a darem-se melhor com ela.

 

Agora naquele lugar, havia um ambiente de euforia, alegria e amizade.       

 

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Carta Formal

Carta Formal

Isabel Cristina Pereira Sá

Lugar da Cachadinha


Courel

16/02/2007
                                                                            Exmo. Senhor 
                                                                            Presidente do Conselho Executivo 
                                                                            Dr. Alberto Rodrigues

Assunto: Utilização do Pavilhão Gimodesportivo

Venho por este meio informar, VªExcia, que estou um pouco designada com o que se está a passar nesta escola. O Pavilhão Gimodesportivo está pronto, ou se não está deve estar muito próximo. Disseram que demoraria mais um mês a deitar o chão, porém o que acontece é que já lá vão quase dois meses.
Eu acho que esta situação não pode continuar. O Inverno ainda não acabou e o frio e a chuva continuam. Por vezes, não podemos ter aula de Educação Física, porque está a chover. Mas porque é que interrompemos estas aulas se já temos o Pavilhão? É esta a pergunta que eu gostava que me respondessem.
Espero que esta carta não seja passada ao lado e que tenhamos o Pavilhão pronto brevemente.
Agradeço desde já a sua atenção.
                                 
                   Com os melhores cumprimentos,   

                      _____________________________

                      ( Isabel Cristina Pereira Sá)
Nota: Está carta é um exemplo de uma carta formal.
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A igualdade

A igualdade

 

 

 

 

Na sociedade de hoje, acha-se que o homem tem mais direito a opinião que a mulher. Mas, quando no aspecto de dar a opinião para cuidar dos filhos, de arrumar a casa, de fazer a comida, e entre outras coisas, já acha que deve ser a mulher a fazer esse tipo de tarefas.Enquanto, ele quer ir ver o jogo de futebol que está a dar na televisão, a mulher trata da casa. Não estou a dizer que é o meu caso, pelo contrário, para o meu pai está primeiro a família, e só depois é que está o descanso. Porém também , o meu pai não gosta de jogo, quem diz isso, diz outro prpograma da televisão.

 

A vida de casal é dificil, porque as tarefas têm de ser divididas.

 

Na sociedade os homens acham-se superiores às mulheres. A opinião deles tem de estar sempre em primeiro lugare isso tem de mudar.

 

Por isso, apelo a quem ler este texto que pense bem se pode melhorar as sua atitudes, para sermos pessoa mais felizes e sem conflitos.

 

 

 

O homem e a mulher

 

tem os mesmos direitos,

 

o que não está a acontecer,

 

           na sociedade,

 

por isso vamos lutar

 

pela igualdade.

 

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Alberto

Alberto

 

 

 

 

Vivia nos subúrbios de Oeiras, num local côncavo e monótono, um velho ancião que trabalhara a vida toda como pescador. Na sua pele rudeza, via-se como tinha sido dura a sua profissão.

 

Mesmo com a idade que tinha continuava  a pescar. Abastecia as cercanias de ali perto. Logo, de manhã, as pessoas esperavam-no, já que trazia peixe fresco e de qualidade. Contudo, o que levava as pessoas a procurá-lo, era a sua maneira de ser. Alberto, assim se chamava o pescador era simpático, alegre, humilde e bondoso. Duma vez, quando estava a friccionar o pincel no barco, para o pintar, reparou numa criança, que estava cheia de frio e de fome. Porém, o velho não ficou indiferente a esta situação e deu-lhe de comeu e um cobertor, para se agasalhar. A criança agradeceu-lhe e foi-se embora.

 

Os anos iam passando e Alberto continuava a envelhecer. Deixou de pescar, ficando assim cada vez mais pobre. Os impostos que ele tinha de pagar ao rei, desistiu de os pagar, já que só tinha dinheiro para comer.

 

Até que um dia, chegou o conselheiro do rei, dento de um coche. Esse fiz com que o velho entra-se dentro desse.

 

Quando chegaram ao palácio, entraram dentro de uma sala grandiosa e requintada. Os reposteiros abriram uma espécie de cortinados, onde por essas janelas  entrava a luz nítida da manhã. De repente, apareceu um homem com ar de entono e de omnipotência. Alberto prosternou-se diante dele.

 

- Como é que tu és capaz de não pagar os impostos?- perguntou o rei com ar de furioso.

 

- Não tenho dinheiro.

 

- Então, como tens dinheiro para ajudar os pobres?  

 

- São pessoas que me oferecem comida de boa vontade a mais e eu para não desperdi- çar, quando um pobre bate à minha porta dou-lhe de comer.

 

- Deixa-te de mentiras.

 

- Eu não estou a...

 

- Cala-te seu medíocre.

 

O rei mandou os soldados levá-lo para o local do suplício.

 

Cegados lá, o carrasco preparava-se para o decapitar, quando apareceu João, um dos moços que Alberto ajudara. Esse foi levado à presença do rei, onde pagou a dívida que o velho tinha.

 

Depois seguiram em direcção à casa do velho ancião.

 

 

Posted by borboleta at 11:46:14 | Permanent Link | Comments (0) |