Livro: «Um Sábado Inesquecível»
Autor: João Aguiar
Edições: Asa
Jantaram cedo, e de seguida foram para os respectivos quartos, onde definiram o lugar de cada um e adormeceram.
De manhã, os rapazes e todas as pessoas que estavam nessa casa, acordaram sobressaltadas, pois a Catarina fez questão de acordar toda a gente batendo na porta do quarto dos rapazes ao murro.
No fim de tomarem o pequeno-almoço, foram para a biblioteca onde conversaram com o avô da Catarina, D. Gonçalo. Esse queria que eles fossem levar um livro, o «História da Ilustre e Nobre Casa de Vila Rica» a um encadernador, pois o livro já era antigo e por isso precisava de uma restauração.
Entretanto, o Carlos tocou, de repente, numa prateleira e qual foi o espanto do D. Gonçalo quando viu um livro, «Movimentos da Cavalaria com adição para Dragões e Infantaria», que já era bastante antigo, também. Pousou-o em cima da secretária e foi fazer um telefonema ao Chico, um amigo de liceu dele e depois outro ao encadernador, Ambrósio de Sá, que tinha sido recomendado por esse.
Depois, falou com o Bando dos Quatro sobre aquele livro e pediu que levassem os dois para serem restaurados.
A seguir, o avô da Catarina deu as recomendações necessárias e foi-se embora, pois tinha assuntos a tratar.
Logo depois, o Bandos dos Quatro, meteu os livros numa pasta de cabedal e as informações sobre o encadernador.
A direcção que seguiram depois de saírem de casa, foi para a Feira da Ladra.
Perto dessa, um tipo de mota roubou os livros à Catarina, deitando-a para o chão.
Depois, de ela se ter levantado teve a ideia que na Feira da Ladra o tipo tivesse ido lá tentar vender os livros.
Procuraram em todos os sítios onde se vendiam livros, mas não obtiveram nenhum resultado.
Enquanto conversavam, houve pessoas que interviram na conversa, dando informações importantes como o local onde o tipo vivia, Bairro das Açafatas, e o nome porque ele era conhecido, «Torto».
No fim do almoço, foram até esse bairro. Aí encontraram um homem cabo-verdiano muito simpático, que se chamava Zé Maria, que trabalhava ali perto. Esse disse onde morava esse tal «Torto».
Depois despediram-se dele, mas não por muito tempo. Quando o Bando seguiu o seu caminho e ele o dele, um indivíduo começou a fugir.
O Bando dos Quatro foi atrás dele e logo o Zé Maria vendo este acontecimento, interviu também, mas sem êxito.
Telefonaram então ao Tio João que disse para esperarem perto da esquadra. Despediram-se, então, do Zé Maria.
Chegado aí o Tio João, foram à PSP. Aí o Tio João falou com os agentes acerca do roubo.
Um agente decidiu ir então ao Bairro das Açafatas ver se encontrava o ladrão.
No prédio onde eles tinham a informação que ele morava viram a mota dele. A seguir, bateram à porta e apareceu o «Torto». Esse ao ser acusado negava tudo. O Carlos então foi chamar o Zé Maria.
O Zé Maria contou também a sua versão, mas o homem continuava a negar, até ao momento que o Frederico encontrou um papelito no chão que era um símbolo da estalagem dos pais da Catarina.
Aí tentou resistir à PSP, mas acabou por ser apanhado.
Com estas confusões todas em que o Zé Maria tentou ajudar, acabou por ser despedido, já que tinha faltado algum tempo ao trabalho.
Entretanto, na polícia o Bando dos Quatro e o Tio João, chegaram à conclusão que quem devia ser o cúmplice do «Torto» era o Ambrósio de Sá.
Nesta discussão de ideias, aparece o agente da polícia a dizer que o «Torto» tinha confessado tudo e dito onde estava o livro.
Depois saíram da esquadra e o Tio telefonou a uma pessoa. Seguidamente, a esse, entraram no carro, dirigindo-se para a morada do Ambrósio de Sá.
Chegados perto da residência desse homem, jantaram umas sanduíches.
Enquanto isso apareceram seis homens. Era o Luís Ferreira e uma equipa de agentes que pertenciam à Polícia Judiciária.
Esses entraram no prédio onde residia o Ambrósio de Sá.
Passado algum tempo, sai um tipo a correr, que é apanhado pelo agente da PJ. A seguir, acompanhado por dois agentes da PJ estava o Ambrósio de Sá.
Revistaram a casa toda e lá estava o livro que eles pensavam encontrar.
Mais tarde, foram para a casa da Catarina, onde estavam os pais de todos os membros do Bando dos Quatro, à excepção dos pais do Frederico.
Comeram a ceiazinha que a mãe da Catarina tinha preparado, a D. Helena, enquanto os «investigadores de casos» contavam a sua história.
Inesperadamente o telefone do Tio João tocou. Era o Luís Ferreira dizendo que o chefe da organização, era o Francisco, tratado pelo avô da Catarina como Chico.
Quando o Tio João divulgou isto perante todos os presentes, estes ficaram surpreendidos, principalmente, D. Gonçalo.
Nesta conversa foi falado também do caso do Zé Maria que tinha sido despedido. O pai da Catarina sugeriu logo que esse fosse trabalhar para a estalagem.
Assim finalizou o diálogo despedindo-se uns dos outros, acabando por, mais tarde, irem embora.
Autor: João Aguiar
Edições: Asa
Resumo
O Bando dos Quatro chegou a Lisboa a meio da tarde. Ficaram hospedados na casa antiga dos pais da Catarina.
Jantaram cedo, e de seguida foram para os respectivos quartos, onde definiram o lugar de cada um e adormeceram.
De manhã, os rapazes e todas as pessoas que estavam nessa casa, acordaram sobressaltadas, pois a Catarina fez questão de acordar toda a gente batendo na porta do quarto dos rapazes ao murro.
No fim de tomarem o pequeno-almoço, foram para a biblioteca onde conversaram com o avô da Catarina, D. Gonçalo. Esse queria que eles fossem levar um livro, o «História da Ilustre e Nobre Casa de Vila Rica» a um encadernador, pois o livro já era antigo e por isso precisava de uma restauração.
Entretanto, o Carlos tocou, de repente, numa prateleira e qual foi o espanto do D. Gonçalo quando viu um livro, «Movimentos da Cavalaria com adição para Dragões e Infantaria», que já era bastante antigo, também. Pousou-o em cima da secretária e foi fazer um telefonema ao Chico, um amigo de liceu dele e depois outro ao encadernador, Ambrósio de Sá, que tinha sido recomendado por esse.
Depois, falou com o Bando dos Quatro sobre aquele livro e pediu que levassem os dois para serem restaurados.
A seguir, o avô da Catarina deu as recomendações necessárias e foi-se embora, pois tinha assuntos a tratar.
Logo depois, o Bandos dos Quatro, meteu os livros numa pasta de cabedal e as informações sobre o encadernador.
A direcção que seguiram depois de saírem de casa, foi para a Feira da Ladra.
Perto dessa, um tipo de mota roubou os livros à Catarina, deitando-a para o chão.
Depois, de ela se ter levantado teve a ideia que na Feira da Ladra o tipo tivesse ido lá tentar vender os livros.
Procuraram em todos os sítios onde se vendiam livros, mas não obtiveram nenhum resultado.
Enquanto conversavam, houve pessoas que interviram na conversa, dando informações importantes como o local onde o tipo vivia, Bairro das Açafatas, e o nome porque ele era conhecido, «Torto».
No fim do almoço, foram até esse bairro. Aí encontraram um homem cabo-verdiano muito simpático, que se chamava Zé Maria, que trabalhava ali perto. Esse disse onde morava esse tal «Torto».
Depois despediram-se dele, mas não por muito tempo. Quando o Bando seguiu o seu caminho e ele o dele, um indivíduo começou a fugir.
O Bando dos Quatro foi atrás dele e logo o Zé Maria vendo este acontecimento, interviu também, mas sem êxito.
Telefonaram então ao Tio João que disse para esperarem perto da esquadra. Despediram-se, então, do Zé Maria.
Chegado aí o Tio João, foram à PSP. Aí o Tio João falou com os agentes acerca do roubo.
Um agente decidiu ir então ao Bairro das Açafatas ver se encontrava o ladrão.
No prédio onde eles tinham a informação que ele morava viram a mota dele. A seguir, bateram à porta e apareceu o «Torto». Esse ao ser acusado negava tudo. O Carlos então foi chamar o Zé Maria.
O Zé Maria contou também a sua versão, mas o homem continuava a negar, até ao momento que o Frederico encontrou um papelito no chão que era um símbolo da estalagem dos pais da Catarina.
Aí tentou resistir à PSP, mas acabou por ser apanhado.
Com estas confusões todas em que o Zé Maria tentou ajudar, acabou por ser despedido, já que tinha faltado algum tempo ao trabalho.
Entretanto, na polícia o Bando dos Quatro e o Tio João, chegaram à conclusão que quem devia ser o cúmplice do «Torto» era o Ambrósio de Sá.
Nesta discussão de ideias, aparece o agente da polícia a dizer que o «Torto» tinha confessado tudo e dito onde estava o livro.
Depois saíram da esquadra e o Tio telefonou a uma pessoa. Seguidamente, a esse, entraram no carro, dirigindo-se para a morada do Ambrósio de Sá.
Chegados perto da residência desse homem, jantaram umas sanduíches.
Enquanto isso apareceram seis homens. Era o Luís Ferreira e uma equipa de agentes que pertenciam à Polícia Judiciária.
Esses entraram no prédio onde residia o Ambrósio de Sá.
Passado algum tempo, sai um tipo a correr, que é apanhado pelo agente da PJ. A seguir, acompanhado por dois agentes da PJ estava o Ambrósio de Sá.
Revistaram a casa toda e lá estava o livro que eles pensavam encontrar.
Mais tarde, foram para a casa da Catarina, onde estavam os pais de todos os membros do Bando dos Quatro, à excepção dos pais do Frederico.
Comeram a ceiazinha que a mãe da Catarina tinha preparado, a D. Helena, enquanto os «investigadores de casos» contavam a sua história.
Inesperadamente o telefone do Tio João tocou. Era o Luís Ferreira dizendo que o chefe da organização, era o Francisco, tratado pelo avô da Catarina como Chico.
Quando o Tio João divulgou isto perante todos os presentes, estes ficaram surpreendidos, principalmente, D. Gonçalo.
Nesta conversa foi falado também do caso do Zé Maria que tinha sido despedido. O pai da Catarina sugeriu logo que esse fosse trabalhar para a estalagem.
Assim finalizou o diálogo despedindo-se uns dos outros, acabando por, mais tarde, irem embora.

