Thursday, June 11, 2009

Produção escrita

A extinção de espécies

 

         A extinção das espécies pode ter várias causas: a poluição, terrestre ou marítima, a caça excessiva, a desflorestação, o aquecimento global, …

         O mais alarmante é elas resultarem de acções praticadas pelo Homem, directa ou indirectamente.

         Para colmatar tal situação poderíamos motivar as pessoas a reciclarem, punir quem caçar fora da época, em áreas protegidas ou de forma excessiva, apelar à reflorestação, informar as pessoas para o aquecimento global e como evitá-lo.

         Este problema pode acarretar vários perigos para a humanidade: doenças, ruptura nas cadeias alimentares, adaptação de espécies a climas diferentes do seu habitat e sua posterior extinção.

 

 

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Produção escrita

Um verdadeiro lutador

 

         Foi há alguns anos atrás. Uma amiga minha, mais velha que eu, tinha um colega na turma, que veio a destacar-se dos outros rapazes, não só da turma, mas de toda a escola, porque foi um verdadeiro lutador.

         Já não me lembro do nome seu nome. Às vezes, via-o no intervalo e, parecia-me um rapaz vulgar, porém não o era.

         Esse rapaz mudara completamente.

         Antes ele era um pouco rebelde, muito brincalhão e não queria saber dos estudos. Prova disso, foi ele ter reprovado de ano.

         Mas, nesse ano lectivo que se estava a iniciar, ele estava-se a apresentar como um verdadeiro estudante, que não queria reprovar mais nenhum ano.

         Os colegas, como era o caso da minha amiga, vendo a vontade que ele mostrava em passar de ano, não recusavam ajudá-lo quando ele tinha alguma dúvida que eles pudessem esclarecer.

         Porém, como é típico da vida, ela pregou-lhe uma partida.

         O rapaz começou a andar doente, com febre, pouca vontade em comer, uma tosse que não era normal, …enfim, depois de ter realizado um série de exames médicos, descobriu que sofria de tuberculose.

         Foi um choque bastante grande para ele e para toda a turma. Para ele porque achava que ia morrer e para a turma porque viam que ele estava a sofrer com tal notícia.

         Este jovem começou, então, um longo processo de tratamento, enquanto na escola foram tomadas medidas de prevenção, para saber se na turma alguém tinha sido contagiado.

         Felizmente, todos estavam bem de saúde, pelo menos não tinham sido afectados com esta doença.

         O rapaz teve, por isso, de ir para casa durante todo o processo de tratamento, estando, quase sempre, dentro de quatro paredes, só vendo a luz do dia a entrar pela janela e estando com os amigos quando eles o visitavam, tomando as devidas precauções.

         Imagino que deve ser muito difícil viver assim. A vida quando quer pode ser mesmo muito cruel.

         Pouco tempo antes do final do ano, ele estava curado, mas as aulas que tivera não chegavam de preparação para os exames nacionais.

         Não sei se ele os chegou a fazer. Sei é que ele foi um adolescente muito corajoso por ter conseguido vencer esta barreira que a vida lhe colocou à frente.

         Contudo, ele arranjou forças para lutar até ao fim.

 

Posted by *** Belinh@*** in 21:07:23 | Permalink | No Comments »

Produção escrita

Dia Internacional do Livro

 

 

         No passado dia 23 de Abril, comemorou-se o «Dia Internacional do Livro» e, por isso, decidi falar um pouco acerca do livro.

         O livro não é nada mais, nada menos do que folhas escritas com letrinhas de muitos tipos, que, às vezes, vêm acompanhadas por desenhos, pensam uns.

         Porém, os verdadeiros leitores, aqueles que quando têm um tempinho livre aproveitam para ler, aqueles que quando nós olhamos para eles e observamos o seu rosto inclinado sobre um livro percebemos como o livro está a mexer com eles, aqueles que ao virarem a página estão com uma atenção tensa, aqueles que quando falamos para eles não nos ouvem e, quando por fim nos prestam atenção, parecem acabados de sair de algum lugar distante, para esses o livro não é, simplesmente, isso. O livro para esses é bem mais do que isso, é um segredo que se vai revelando com o simples gesto de virar uma página. É algo de maravilhoso que se pode apreciar em qualquer lugar. E, acima de tudo, para eles o livro é uma forma de saber mais e melhor. Resumindo e para terminar, é nos livros que está tudo.

         Decidi também retirar este excerto do livro «O nome da rosa» de seu autor Umberto Eco, já que gostei bastante deste fragmento de texto, pelo facto de aqui ser referido o que aconteceria se Deus descesse à terra e o que diria àqueles que não seguem os seus mandamentos. Espero que gostem.

Boas leituras!!!

 

«E no sétimo dia chegará o Cristo na luz de seu pai. E haverá então o juízo dos bons e a sua ascensão na beatitude eterna dos corpos e das almas. Mas não é sobre isto que meditareis esta noite, irmãos orgulhosos! Não é aos pecadores que caberá ver a alba do oitavo dia, quando se elevará do oriente uma voz doce e terna, no meio do céu, e manifestar-se-á aquele Anjo que tem poder sobre todos os outros anjos santos, e todos os anjos avançarão juntamente com ele, sentados sobre um carro de nuvens, cheios de alegria, correndo velozes pelo ar, para libertarem os eleitos que tiverem acreditado, e todos se regozijarão, porque a construção deste mundo terá sido consumada! Não é com isto que devemos, nós, orgulhosamente regozijar-nos esta noite! Meditaremos em vez disso sobre as palavras que o Senhor pronunciará para expulsar de si quem não merece salvação: ide para longe de mim, malditos, para o fogo eterno que vos foi preparado pelo diabo e pelos seus ministros! Vós próprios bem merecestes, e agora gozai-o! Afastai-vos de mim, descendo nas trevas exteriores e no fogo inextinguível! Eu dei-vos forma, e vós fizeste-vos sequazes de um outro! Fizeste-vos servos de um outro senhor, ide morar com ele na escuridão, com ele, a serpente que não repousa, no meio do ranger de dentes! Dei-vos o ouvido para prestardes atenção as escrituras, e vós escutastes as palavras dos pagãos! Modelei-vos uma boca para glorificardes a Deus, e vós usaste-la para as falsidades dos poetas e para os enigmas dos histriões! Dei-vos os olhos para que vísseis a luz dos meus preceitos, e vós usaste-los para perscrutar na treva! Eu sou um juiz humano, mas justo. A cada um darei aquilo que merecer. Quereria ter misericórdia de vós, mas não encontro óleo nos vossos vasos. Seria impelido a apiedar-me, mas as vossas lâmpadas estão fumadas. Afastai-vos de mim…assim falará o Senhor. E aqueles…e nós talvez, desceremos ao eterno suplício. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.»        

Posted by *** Belinh@*** in 21:06:29 | Permalink | No Comments »

Crítica

O livro «Auto da Barca do Inferno»

 

         O «Auto da Barca do Inferno» é um livro da autoria de Gil Vicente, homem que foi considerado o «Pai do Teatro Português».

         Com este livro ele pretende através do riso criticar os costumes que naquela época em que ele viveu estavam mal dentro de cada classe social (povo, clero, nobreza, que aparecem neste livro encarnadas sob profissões mais específicas – sapateiro, frade, fidalgo,…).

         Desta forma, Gil Vicente recorre muito a expressões que provocam o cómico. Contudo, eu acho ele para ser cómico, às vezes, utiliza expressões que não são muito apropriadas («Mija n´agulha, mija na agulha!», « Caga no sapato, filho da grande aleivosa!», « Nom praza ò cordovão, nem à puta da badana, se é esta boa traquitana em que se vê Joanantão!», …)

         Além disso, este livro não pode ser lido por uma pessoa qualquer, pois tal como «Os Lusíadas» de Luís de Camões é uma escrita bastante característica daquela época e que hoje em dia já não se usa (« Daquesta mercadoria trago eu muita, bofé », «- Que fazes tu, barzoneiro»,«Asinha, que se quer ir!», …).

         Apesar de tudo isto, não deixa de ser um livro interessante de se ler, pois também é uma forma de ficarmos a conhecer os vícios que existiam dentro de cada classe social.  

 

 

 

 

Posted by *** Belinh@*** in 21:04:58 | Permalink | No Comments »

Produção escrita

Extraterrestres

 

         Será que existem mesmo extraterrestres? Será que os OVNI’s estão ligados à presença destes seres na Terra?

         Estas perguntas que nos vêm à cabeça sempre que ouvimos falar na televisão de fenómenos estranhos e inexplicáveis.

         Não é por acaso que os cientistas, até já, inventaram radiotelescópios na expectativa de encontrarem as respostas as perguntas referidas anteriormente.

         Na verdade, o que a mim me preocupa não é o facto de eles aparecerem, mas sim, se eles poderão interferir no nosso bem-estar.

         Mas, de uma coisa tenho a certeza, se um dia eu me der de caras com um ser deste tipo, terei uma de duas reacções: ou fujo para bem longe até ficar sem rasto dele, como é de esperar quando se contacta com algo desconhecido, ou fico a olhar para ele até ter coragem para dizer alguma coisa. Porém, se eu conseguisse dizer alguma coisa, a primeira coisa que perguntaria seria porque é que ele apareceu e donde é que veio.

         Depois de começar a falar para ele e de saber a sua maneira de ser, não seria difícil fazer mais perguntas ou de explicar alguma coisa que ele quisesse saber.

         Contudo, acho melhor, por enquanto, levarmos a vida normalmente, sem medo e em receio de encontrar extraterrestres, afinal ainda não há nada que comprove que eles realmente existem.

Posted by *** Belinh@*** in 21:00:02 | Permalink | No Comments »

Produção escrita

Os vários tipos de heróis

 

         Um herói é alguém, um homem ou mulher, de carne e osso, que arrisca a sua vida para salvar alguém que se encontra em perigo ou, até mesmo, dá a sua vida por esse alguém.

         Actualmente, a ideia de verdadeiro herói, que é o que acabei de referir anteriormente, tem vindo a ser esquecida com a massificação dos meios de comunicação.

         Hoje, sobretudo, as camadas mais jovens têm duas noções acerca do que é um herói: ou é aquele desenho animado que faz o bem, que luta contra os maus, que tem poderes sobrenaturais, … enfim que não tem medo de nada, ou é aquela pessoa que aparece em tudo o que é meios de comunicação social, porque ou é bonita ou tem um comportamento que faz com que as pessoas a adorem, menos por ter ajudado a salvar alguém ou por ter dado a vida por alguém.

         Mas, esta afeição que criamos em relação a uma personagem animada ou a uma pessoa famosa pode ser perigosa.

         Na minha opinião tudo bem que tenhamos um herói da TV ou que apareça nos meios de comunicação social, contudo devemos medir os riscos que corremos ao seguir essa identidade.

         Desta forma, o que eu acho mesmo é que nós próprios é que devemos desenvolver a capacidade de ser verdadeiros heróis.

Posted by *** Belinh@*** in 20:59:08 | Permalink | No Comments »