Sunday, March 22, 2009

Brincadeiras de criança

 

         Fui crescendo como quase todas as criaturas bem alimentadas e, depois, brincando no jardim em frente à casa onde morávamos.

         Lembro com saudade os tempos em que jogava às escondidas e me escondia atrás de uma árvore centenária.

         Adorava jogar às caçadinhas, correndo por entre as árvores, flores, arbustos… era muito divertido.

         Gostava, igualmente, de jogar uma boa futebolada em cima da relva verdejante, num campo improvisado, onde as balizas eram limitadas pelos troncos das árvores.

         Em tempo de Primavera, gostava também muito de ir para o canteiro, ver as borboletas pousarem nas flores e, depois, quando elas levantavam voo eu ia atrás delas. Porém nunca consegui apanhar nenhuma!

         No Verão, adorava ir para a piscina, que ficava mesmo em frente à casa onde morávamos, dar um bom mergulho e ficava ali a refrescar o corpo.

         E, quando o sol se punha era tempo de ir tomar um bom banho e petiscar qualquer coisa.

         Que desilusão, o dia tinha chegado ao fim!

         Aproveitava, então, para jogar computador. Mas não era a mesma coisa! Não se podia apreciar a brisa que corre, nem o sol, nem a sombra de uma árvore, nem…não há nada como as brincadeiras ao ar livre, porque eram essas que me faziam sentir criança.

         Hoje, já não moro na mesma casa, isto é, na casa dos meus pais.       Tenho agora uma casa minha, onde moro com o meu marido e o meu filho. E, agora vejo o meu filho brincar, como eu brincava nos meus tempos de infância e recordo-me do tempo em que ser feliz era tão natural como o ar que respirava. Não quer dizer que não sou feliz, mas este sentimento é vivido de maneira diferente quando somos crianças.  

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A chegada à Índia

 

         Depois de passados muitos obstáculos, imensas dificuldades e perigos, chega finalmente a notícia porque todos ansiávamos.

         Acabava de amanhecer, quando o piloto de Melinde faz sobressaltar toda a tripulação que ia a bordo, dizendo que estava a avistar terra.

         Logo, todos fomos para as zonas mais altas do barco para ver se confirmávamos o que o marinheiro estava a dizer.

         Só, passado algum tempo, depois de andarmos sempre na mesma direcção é que aos nossos olhos começou a surgir terra.

         Para nos confirmar que aquilo que a nossa vista avistava era mesmo terra, uma ave pousou em cima da popa do navio. E muitas mais surgiram no céu.

         Todos ficámos radiantes e incrédulos com o que estava a acontecer. O nosso desejo estava a um passo de se realizar.

         Vasco da Gama quase chorou de comoção por ter conseguido tamanha proeza! Mas não lhe era possível chorar e também não ia ser bom!

         Vasco da gama e toda a tripulação estava demasiado desidratada. Para além disso, se por acaso chorasse e as lágrimas lhe passassem pelo rosto, as suas feridas iam ressentir-se, devido ao sal do mar que existia em todo o rosto e por todas as partes do corpo que não estivessem cobertas.

         De seguida, ele ordenou que começássemos a preparar os batéis, pois o desembarque estava prestes a acontecer.

         Desta forma, dois marinheiros encarregaram-se de pegar no baú, que estava no convés. Esse continha produtos que, mais tarde se conseguíssemos, iriam servir para fazer trocas com os indígenas.

         Entretanto, nós, os restantes marinheiros, começávamos a executar a ordem de Vasco.

         Estando as naus a algumas milhas da costa indiana, parte da tripulação, em que eu me incluía, partiu em batéis e a outra parte da tripulação, não desembarcou.

         Já nos batéis e remando em direcção à terra ambicionada, aproveitávamos para apreciar a paisagem que se ia avistando, cada vez melhor.

         Gama, parecia estar pensativo, pois podíamos ser recebidos como inimigos e, desta forma, não conseguiríamos provar àquela multidão de gente que ficara em Belém, que tínhamos cumprido a nossa missão, pois não conseguiríamos levar nada que provasse a concretização de tamanho feito.

         Porém, esse seu ar pensativo desapareceu, quando chegaram a terra.

         Uma grande multidão de gente já nos esperava, depois de nos terem avistado ao longe. Mas, quando saímos das pequenas embarcações, o espanto daquela gente que nos rodeava cresceu. Tudo, porque o aspecto que apresentávamos era de verdadeiros medíocres. As nossas roupas estava rotas e sujas, a barba e o cabelo já deviam atingir dois palmos de comprimento, a pele dos braços e rosto escurecera muito desde que abandonamos a cidade de Lisboa.

         Contudo, um homem indígena adiantou-se em relação aos demais indígenas que nos olhavam, e começou a falar com Vasco da Gama.

         Vasco como era homem culto, sabia várias línguas, das quais fazia parte a língua que se falava naquela região, pois ele entendia perfeitamente o que o homem dizia. Aproveitou ainda para contar um pouco da aventura que tínhamos vivido e qual a razão de estarmos ali.

         Então, o homem impressionado decidiu levar-nos até ao palácio do governador.

         Aí, fomos bem recebidos, podendo mesmo matar a fome e a sede que nos atormentava, até então.

         Mais tarde, com os produtos que se faziam transportar dentro do baú, que dois marinheiros trouxeram sempre à sua guarda desde o desembarque, fizemos diversas trocas com os comerciantes daquela região.  

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Friday, November 7, 2008

Produção de texto lírico

Poema

 

O mar

 

 

O mar é salgado

muito extenso também,

foi roubar o azul ao céu

e o verde às plantas.

Sendo assim,

o mar é constituído por duas cores:

o azul

simboliza a pequena e média profundidade,

o verde

que alerta da grande profundidade.

 

 

O mar é como o Homem,

umas vezes está calmo,

outras vezes furioso.

Quando está calmo,

a água salgada que nele existe,

vem de mansinho

batendo nos rochedos

fazendo lembrar o salmodiar dos anjos.

Mas, quando está furioso

é capaz de virar embarcações,

engolir homens e mulheres,

passar as fronteiras que o limitam.

Contudo, ele não faz por mal

já que o seu feitio é mesmo assim.

 

 

O mar é amigo,

amigo dos peixes e das plantas marinhas,

que nele habitam a muita ou pouca profundidade,

amigo do ser humano,

pois é dele que vêm alimentos que ele come,

meio por onde atravessam embarcações com mercadorias,

divertimento em momentos de calor e sol,

sendo, por isso, na época de Verão

por excelência,

um óptimo sítio para se praticar desportos aquáticos.

 

 

Desta forma,

por o mar

nos proporcionar momentos de lazer,

ser lugar onde existem alimentos de que nos alimentamos,

ser bom meio de travessia para as embarcações,

a ele todo o ser vivo lhe deve respeito,

principalmente, o ser humano

que desde á uns anos para cá

tem vindo a poluí-lo.

 

 

 

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Produção de texto lírico

Poema

 

Medo

 

Por que é que estás desiludido?

Por que é que te sentes triste?

Por que é que te sentes desencorajado?

Por que é que te sentes invadido por uma escuridão sem fim?

Por que é que te sentes tão sozinho?

Por que é que vives isolado do mundo?

Porquê? Porquê? Porquê?

 

 

Porque tens medo,

medo de subir o monte,

o monte que aparece dia após dia

e de encontrares sempre

uma pedra no teu caminho,

uma pedra que te impede de andares para a frente.

 

 

Mas tens de perder o medo

tens de ganhar coragem

para conseguires enfrentar

cada dia da tua vida.

Tens de ir mais além,

passar por cima dessa pedra

que, por vezes, parece ser do tamanho do mundo.

 

 

Por isso, agarra-te à vida,

luta,

só assim poderás perder o medo

daquilo que te rodeia,

desse mundo tão injusto e cruel.

Infelizmente,

é neste que vivemos

e que temos de aprender a viver.

 

 

Não tenhas medo,

encontrarás alguém que te dará força,

alguém que te compreenderá,

alguém que te dará a mão

quando te sentires perdido,

alguém que te escutará e dará bons conselhos

para tu conseguires ver a vida de outra maneira,

alguém que te fará sorrir.

 

 

Porém , nunca te esqueças

tal como tu precisas desse alguém

ele também precisa de ti.

Não lhe mintas,

não o abandones,

só dessa maneira,

esse alguém estará sempre perto de ti

para te ajudar quando tu precisares.

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Leituras

O livro que eu estou a ler neste momento tem como título ” Contos maravilhosos ” e seu autor é Hermann Hesse.

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Monday, May 26, 2008

Poema

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Thursday, April 17, 2008

Leitura

Neste momento, estou a ler «101 Poetas» de Inês Pupo da editora «Caminho». já escolhi alguns poemas, aqueles que eu acho mais interessantes. Dentro em breve espero colocá-los aqui no blog. 

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Dia mundial da livro

O livro é um poço de magia e de aventura que só o leitor pode descobrir.
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Thursday, March 13, 2008

Livro: «Um Sábado Inesquecível»
Autor: João Aguiar
Edições: Asa

 

 

Resumo

 

O Bando dos Quatro chegou a Lisboa a meio da tarde. Ficaram hospedados na casa antiga dos pais da Catarina.
Jantaram cedo, e de seguida foram para os respectivos quartos, onde definiram o lugar de cada um e adormeceram.
De manhã, os rapazes e todas as pessoas que estavam nessa casa, acordaram sobressaltadas, pois a Catarina fez questão de acordar toda a gente batendo na porta do quarto dos rapazes ao murro.
No fim de tomarem o pequeno-almoço, foram para a biblioteca onde conversaram com o avô da Catarina, D. Gonçalo. Esse queria que eles fossem levar um livro, o «História da Ilustre e Nobre Casa de Vila Rica» a um encadernador, pois o livro já era antigo e por isso precisava de uma restauração.     
Entretanto, o Carlos tocou, de repente, numa prateleira e qual foi o espanto do D. Gonçalo quando viu um livro, «Movimentos da Cavalaria com adição para Dragões e Infantaria», que já era bastante antigo, também. Pousou-o em cima da secretária e foi fazer um telefonema ao Chico, um amigo de liceu dele e depois outro ao encadernador, Ambrósio de Sá, que tinha sido recomendado por esse.
Depois, falou com o Bando dos Quatro sobre aquele livro e pediu que levassem os dois para serem restaurados.
A seguir, o avô da Catarina deu as recomendações necessárias e foi-se embora, pois tinha assuntos a tratar.
Logo depois, o Bandos dos Quatro, meteu os livros numa pasta de cabedal e as informações sobre o encadernador.
A direcção que seguiram depois de saírem de casa, foi para a Feira da Ladra.
Perto dessa, um tipo de mota roubou os livros à Catarina, deitando-a para o chão.
Depois, de ela se ter levantado teve a ideia que na Feira da Ladra o tipo tivesse ido lá tentar vender os livros.
Procuraram em todos os sítios onde se vendiam livros, mas não obtiveram nenhum resultado.
Enquanto conversavam, houve pessoas que interviram na conversa, dando informações importantes como o local onde o tipo vivia, Bairro das Açafatas, e o nome porque ele era conhecido, «Torto». 
No fim do almoço, foram até esse bairro. Aí encontraram um homem cabo-verdiano muito simpático, que se chamava Zé Maria, que trabalhava ali perto. Esse disse onde morava esse tal «Torto».
Depois despediram-se dele, mas não por muito tempo. Quando o Bando seguiu o seu caminho e ele o dele, um indivíduo começou a fugir.
O Bando dos Quatro foi atrás dele e logo o Zé Maria vendo este acontecimento, interviu também, mas sem êxito.
Telefonaram então ao Tio João que disse para esperarem perto da esquadra. Despediram-se, então, do Zé Maria.
Chegado aí o Tio João, foram à PSP. Aí o Tio João falou com os agentes acerca do roubo.
Um agente decidiu ir então ao Bairro das Açafatas ver se encontrava o ladrão.
No prédio onde eles tinham a informação que ele morava viram a mota dele. A seguir, bateram à porta e apareceu o «Torto». Esse ao ser acusado negava tudo. O Carlos então foi chamar o Zé Maria.
O Zé Maria contou também a sua versão, mas o homem continuava a negar, até ao momento que o Frederico encontrou um papelito no chão que era um símbolo da estalagem dos pais da Catarina. 
Aí tentou resistir à PSP, mas acabou por ser apanhado.
Com estas confusões todas em que o Zé Maria tentou ajudar, acabou por ser despedido, já que tinha faltado algum tempo ao trabalho.
Entretanto, na polícia o Bando dos Quatro e o Tio João, chegaram à conclusão que quem devia ser o cúmplice do «Torto» era o Ambrósio de Sá.
Nesta discussão de ideias, aparece o agente da polícia a dizer que o «Torto» tinha confessado tudo e dito onde estava o livro.
Depois saíram da esquadra e o Tio telefonou a uma pessoa. Seguidamente, a esse, entraram no carro, dirigindo-se para a morada do Ambrósio de Sá.
Chegados perto da residência desse homem, jantaram umas sanduíches. 
Enquanto isso apareceram seis homens. Era o Luís Ferreira e uma equipa de agentes que pertenciam à Polícia Judiciária.
Esses entraram no prédio onde residia o Ambrósio de Sá.
Passado algum tempo, sai um tipo a correr, que é apanhado pelo agente da PJ. A seguir, acompanhado por dois agentes da PJ estava o Ambrósio de Sá.
Revistaram a casa toda e lá estava o livro que eles pensavam encontrar.
Mais tarde, foram para a casa da Catarina, onde estavam os pais de todos os membros do Bando dos Quatro, à excepção dos pais do Frederico.
Comeram a ceiazinha que a mãe da Catarina tinha preparado, a D. Helena, enquanto os «investigadores de casos» contavam a sua história.
Inesperadamente o telefone do Tio João tocou. Era o Luís Ferreira dizendo que o chefe da organização, era o Francisco, tratado pelo avô da Catarina como Chico.
Quando o Tio João divulgou isto perante todos os presentes, estes ficaram surpreendidos, principalmente, D. Gonçalo.
 Nesta conversa foi falado também do caso do Zé Maria que tinha sido despedido. O pai da Catarina sugeriu logo que esse fosse trabalhar para a estalagem.
Assim finalizou o diálogo despedindo-se uns dos outros, acabando por, mais tarde, irem embora.  
 

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Produção escrita

A família chinesa

 

 

Não se encontra loja mais barata que a Pérola de Macau. Tem de tudo: coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas. Por isso, na véspera de Natal, formam-se bichas apressadas mas hesitantes nos seus dois corredores entre estantes atafulhadas.
Até ao início das férias era um casal de chineses recém-chegados que atendia os fregueses. Sabiam uma dúzia de frases em português que misturavam com gestos e sorrisos.
- Que quele? Pode vele.
Traziam as costas de um papel impresso com gatafunhos orientais e apresentavam-nas aos clientes silenciosos.
Mas em meados de Dezembro meteram o sobrinho, que anda na escola como ajudante. Na verdade é ele que orienta a loja. Magrinho, de olhos em bico, parece movido a electricidade. Recebe as pessoas à porta, condu-las até à prateleira das molduras, das velas, das porcelanas, faz sugestões, indica preços.
Este grupo de chineses é acolhedor, alegre, simpático, mas por detrás existe um passado que para eles ainda é difícil de ultrapassar e já lá vão 22 anos.
Antes de eles virem para Portugal viver, residiam na China. Porém por um motivo político houve uma série de conflitos. Desse restaram algumas centenas de mortos e de edifícios praticamente destruídos.
Quando eles embarcaram para virem para Portugal, foi difícil, como acontece sempre que há este tipo de situações. Jacke e Yemesi conseguiram fugir à morte, trazendo também o sobrinho Ayobami, que era ainda pequenito, pois os pais dele estavam bastante feridos e como iam ficar sem ninguém para cuidar dele fizeram esse pedido. Jacke vendo a sua irmã naquela estado e sem poder fazer nada para a curar, resolveu cumprir o seu pedido.
A sua viagem demorou meses pois vinha de barco e esse era um pouco lento.
Chegados a Portugal, ficaram fascinados pois os lugares que viram tinham coisas lindíssimas.
Procuraram uma estalagem para passar a noite. Nessa jantaram e ao mesmo tempo conversavam um pouco sobre onde iam no dia seguinte.
Logo ao romper da manhã, os três andaram pela cidade à procura de emprego. Por sorte conseguiram arranjar os dois trabalho no mesmo local.
Mais à frente um pouco, viram um apartamento à venda. Retiraram o número de telefone que estava marcado e ligaram com o proprietário desse.
Nos dias que se seguiram trataram da documentação do apartamento e do empréstimo que tinham de pedir ao banco para o comprar.
Os anos foram passando, as dívidas ficaram saudadas e começaram também a juntar dinheiro para o que pudesse fazer falta.
Neste ambiente, que podemos dizer que era de felicidade, pois tudo estava a correr bem, aproveitaram para falar com o sobrinho sobre os seus pais e a sua vida, já que ele não se lembrava, visto que, quando ele veio com os tios ainda não tinha idade para perceber isso.
Entretanto, o patrão deles abriu falência da loja e eles montaram um negócio por conta própria. Esse foi bastante rentável, aliás, é nesse que eles ainda hoje continuam a trabalhar.
O casal teve dois filhos, que actualmente andam na escola e Ayobami frequenta a universidade.
Apesar de se sentir feliz assim, Ayobami tem um sonho, quando acabar o curso, pensa em fazer uma viagem a terra onde nasceu e conhecer os outros membros, mas principalmente, os pais se esses tiverem sobrevivido.
Essa vai ser paga com o dinheiro que ganha, quando ajuda os tios na loja.
Cada dia que passa ele fica mais ansioso, porque já falta pouco tempo.       

 

 

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